Após reunião com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, Stephanes comentou que há possibilidade apenas de concessões pontuais em relação ao que já foi acertado: “O setor produtivo sempre estará pedindo mais, mas consideramos [a medida provisória] assunto fechado.”
Novos benefícios, ressaltou Stephanes, podem ser concedidos apenas para setores com grandes dificuldades, como a ajuda para os produtores de frutas, de arroz (no Rio Grande do Sul) e para áreas afetadas por problemas climáticos. Outro ponto que pode ser negociado, disse, são mudanças no Fundo Constitucional do Nordeste.
O ministro, no entanto, ponderou que as possíveis alterações serão apenas pontuais: “Essas são questões que não devem interferir na estrutura de uma medida provisória construída ao longo de dez meses.”
E informou que o texto da medida, originalmente prevista para ser editada no final de março, ainda está no Ministério da Fazenda e não foi encaminhado à Casa Civil. Stephanes não quis confirmar se o valor inicial, de R$ 56,3 bilhões em benefícios, está mantido ou se o governo ampliou a ajuda.
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.

