O presidente da FAMASUL afirmou que faltaram algumas informações para que MS recebesse o status de Área Livre. Foi uma decisão momentânea e o Estado deve recuperar o status na próxima avaliação, comentou. Ademar teve a oportunidade de apresentar o programa Sanidade sem Fronteira, durante a reunião. A parceria com o Paraguai e a alocação de recursos para a continuidade do projeto foram essenciais para que a Missão da OIE verifique in loco a implantação do programa focada nos assentamentos, áreas indígenas e pequenas propriedades rurais.
A OIE declarou nesta terça-feira (27), durante a 76ª Sessão Geral Plenária da Organização, em Paris, a liberação de 10 estados brasileiros mais o Distrito Federal e adiou para julho a avaliação sobre o status sanitário de Mato Grosso do Sul. Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe, Tocantins, além do Distrito Federal, retomam o reconhecimento vigente até 2005, quando foram diagnosticados eventos sanitários no Mato Grosso do Sul e Paraná.
Com o anúncio, 14 Estados brasileiros, além do Distrito Federal, passam a ter este reconhecimento, dos quais Rio Grande do Sul, Rondônia e Acre são considerados livres de aftosa com vacinação e Santa Catarina, livre da doença sem vacinação. Tais unidades da federação já detinham este status sanitário junto a OIE. O presidente da FAMASUL retorna ao Brasil na quinta-feira. (Com Assessoria)
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