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Rural Sexta-feira, 18 de Setembro de 2015, 16:44 - A | A

Sexta-feira, 18 de Setembro de 2015, 16h:44 - A | A

Greve

Fiscais Federais Agropecuários de MS paralisam serviços

O balanço do primeiro dia de paralisação registra 1.047,5 toneladas de produtos vegetais e 907, 7 toneladas de origem animal de cargas paradas

Myllena de Luca
Capital News

Divulgação/Assessoria

Fiscais Federais Agropecuários de MS paralisam serviços

O comando de greve registrou, no primeiro dia, 97 caminhões parados no pátio dos frigoríficos e postos de vigilância agropecuária de fronteira

Os Fiscais Federais Agropecuários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio do seu sindicato, paralisaram os serviços na quinta-feira (17). O motivo da greve nacional é a recomposição do quadro de pessoal via concurso público, em defesa do grupo na ocupação dos cargos comissionados do MAPA, contra a terceirização do Serviço de Inspeção Federal e reposição salarial devido às perdas inflacionárias.

O comando de greve registrou, no primeiro dia, 97 caminhões parados no pátio dos frigoríficos e postos de vigilância agropecuária de fronteira. Os serviços aguardam o retorno dos fiscais federais agropecuários, para liberação das cargas e emissão de Certificados Sanitários. As cargas que estão paradas totalizam 1.047,5 toneladas de produtos vegetais e 907, 7 toneladas de origem animal.


Os motivos da paralisação pretendem promover o desenvolvimento sustentável e a competitividade do agronegócio em benefício da sociedade brasileira.
 
A mobilização recebeu a adesão de 90% dos fiscais, tanto na Capital como no interior de Mato Grosso do Sul, com destaque para os frigoríficos com o Serviço de Inspeção Federal (SIF), Unidade Técnica Regional Agropecuária de Dourados (UTRA) e as Unidades de Vigilância Agropecuária Internacional do MAPA em Ponta Porã, Mundo Novo e Corumbá, na fronteira com o Paraguai e Bolívia.


O comando de greve registrou, no primeiro dia, 97 caminhões parados no pátio dos frigoríficos e postos de vigilância agropecuária de fronteira. Os serviços aguardam o retorno dos fiscais federais agropecuários, para liberação das cargas e emissão de Certificados Sanitários. As cargas que estão paradas totalizam 1.047,5 toneladas de produtos vegetais e 907, 7 toneladas de origem animal.

De acordo com assessoria, os serviços essenciais à garantia da saúde pública e da sanidade animal e vegetal serão mantidos.
 
A categoria espera as negociações com a administração federal para discussão da pauta de paralisação.

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