O candidato ao Senado pelo PL em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, esteve nesta semana na sede do partido, em Brasília, onde participou de uma reunião de alinhamento político com Flávio Bolsonaro e Michelle Bolsonaro, candidata ao Senado pelo Distrito Federal.
O encontro também reuniu outros 44 candidatos ao Senado pelo PL em todo o país, além de Capitão Contar, também candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul.
Durante a reunião, Reinaldo Azambuja destacou a força da legenda para as eleições. Segundo o candidato, o partido está unido em torno do projeto nacional do PL.
“O partido está unido e forte para as eleições, com alianças que vão garantir a eleição de Flávio e também a eleição da maior bancada de parlamentares tanto na Câmara como no Senado”, afirmou.
Azambuja também ressaltou o que considera ser o papel estratégico do Senado na política nacional.
“O Senado tem uma grande responsabilidade, pois é a Casa da Democracia, do equilíbrio federativo. Eu tenho certeza que, no Senado, nós teremos uma responsabilidade com o Flávio de fazer as reformas estruturantes. Como dizia o nosso presidente (Jair Bolsonaro): ‘menos Brasília e mais Brasil’.”
Para o candidato, um Senado fortalecido seria importante para o desenvolvimento do país. Ele citou entre suas prioridades a realização de reformas, a redução do endividamento das famílias e a recuperação do poder de compra da população.
“Fazer as reformas estruturantes, diminuir esse endividamento brutal que as famílias estão tendo, cuidar das famílias brasileiras, trazer desenvolvimento para os setores que estão sendo hoje muito prejudicados pelo endividamento e os juros abusivos, voltar o poder de compra das pessoas no Brasil”, completou.
Azambuja também relembrou o período em que foi governador de Mato Grosso do Sul, durante o governo de Jair Bolsonaro, para fazer uma comparação com o cenário atual.
“Quando os municípios tinham recursos, os estados tinham recursos e hoje nós vemos todos de pires na mão em Brasília, dependentes de um governo que não olha para o interior do Brasil, que não olha para os municípios brasileiros. Ou a gente muda o Brasil ou nós teremos que mudar do Brasil porque, infelizmente, as coisas não estão bem no nosso País”, declarou.
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.



