Divulgação/PT

Camila Jara teve o nome aclamado por outras lideranças e filiados do Partido dos Trabalhadores
Os filiados pediram a plenária para discutir as eleições municipais deste ano, o encontro acontecerá às 18h da quinta-feira (22), no Sintcop (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Pesada do MS) e o partido emitiu nota esclarecendo a reunião.
Todas as decisões sobre os passos do PT na política e nas suas relações com a sociedade sempre foram e serão decididas mediante amplo e democrático processo interno de debate.
Este é o regimento, esta é a cultura dos nossos 44 anos de história. E não será diferente no processo eleitoral que começamos a viver.
Temos um projeto maior, que não se esgotou na disputa presidencial de 2022 e não se esgotará nas eleições municipais deste ano. É preciso criar condições concretas para garantir a afirmação dos objetivos maiores, que são fortalecer a democracia e promover justiça social e econômica.
Essa garantia não é monopólio do PT, bem como das esquerdas, mas de todo o campo que se opõe ou passa a se opor à negação da democracia.
Apesar de a Executiva Municipal do PT, ou de parte dela, tomar a iniciativa de convocar, intempestivamente, uma coletiva com a imprensa, nomeando as lideranças com mandato que estarão presentes e excluindo os não nominados que também têm mandato popular, não há que se falar em divisão interna. Trata-se de um processo natural de construção da nossa unidade interna. Pensamos e propomos caminhos diferentes. É legítimo debatermos e decidiremos no momento e no fórum próprios. No caso, o Encontro Municipal Eleitoral que a Direção já deveria ter marcado, mas não o fez.
Tudo isso é da história e da essência do PT. É legítima a decisão do Diretório Municipal em apontar, articular e defender a candidatura própria do PT. Não questionamos. E muito menos temos qualquer questionamento à legitimidade da pré-candidata apontada pelo Diretório, a companheira deputada federal Camila Jara, a quem reconhecemos como jovem liderança de grande importância.
A questão, para nós, é outra: a candidatura própria é o único e/ou o melhor caminho para o PT de Campo Grande nas eleições de 2024? Qual é o centro político da estratégia de candidatura própria que a sustente como a melhor escolha para que o PT cumpra o seu papel e tarefa fundamentais: ampliar os espaços de sustentabilidade do governo Lula?
Nosso melhor destino é a unidade. E o centro dessa unidade é a sustentação política do nosso projeto, hoje no poder com o governo Lula.
Portanto, reafirmamos que para construir a unidade do PT, política e eleitoral, é necessário um amplo e democrático debate, para que se discuta a melhor alternativa de encaminhamento com relação à participação do nosso partido nas eleições de 2024 na Capital e no estado.
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