Não venda seu voto. Não troque seu futuro por dinheiro, favor ou qualquer vantagem momentânea. É com esse alerta que a candidata a deputada estadual Juliana Aranda entra nos últimos dias de campanha antes do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro.
Na reta final, Juliana defende que a decisão do eleitor deve ser tomada de forma livre e consciente e chama atenção para as consequências da compra e venda de votos. A prática é tratada pela legislação eleitoral como crime quando envolve dinheiro, benefício ou qualquer vantagem oferecida, prometida, solicitada ou recebida com a finalidade de obter voto ou abstenção.
“Não venda seu voto e não troque o seu futuro. Um benefício recebido hoje passa, mas as decisões tomadas por quem ocupa um mandato permanecem durante anos e atingem toda a população. O voto é uma escolha individual, livre e democrática. Ele não pode ter preço”, afirma Juliana.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, a chamada compra de votos pode envolver dinheiro, produtos, serviços, emprego ou outras vantagens pessoais oferecidas com finalidade eleitoral. A legislação também prevê responsabilização para quem solicita ou recebe vantagem em troca do voto.
Campanha chega aos últimos dias
Com atividades previstas até 3 de outubro, Juliana afirma que a corrida eleitoral ainda não terminou. A candidata pretende manter a agenda de encontros e conversas com a população até o encerramento permitido para as atividades de campanha.
Ao longo das últimas semanas, Juliana percorreu diversos bairros de Campo Grande e também cumpriu compromissos em municípios do interior de Mato Grosso do Sul. Nas agendas, apresentou propostas e ouviu trabalhadores, comerciantes, empreendedores, famílias e lideranças locais.
Um dos assuntos recorrentes durante essa caminhada foi a economia dos municípios e as dificuldades enfrentadas por quem empreende, mantém pequenos negócios e gera empregos.
Empresária e com trajetória ligada ao associativismo, Juliana colocou o empreendedorismo e o fortalecimento da economia local entre os principais temas discutidos durante a campanha. Também apresentou propostas relacionadas à educação e qualificação profissional, apoio às mães atípicas, sustentabilidade, esporte, proteção à pessoa idosa e saúde.
Para Juliana, conhecer de perto realidades diferentes de Campo Grande e do interior foi uma das experiências mais importantes da campanha.
“Eu andei muito. Entrei nos bairros, visitei cidades do interior, conversei com quem abre o comércio todos os dias, com quem trabalha, com quem emprega e também com quem está buscando uma oportunidade. Isso mostra que Mato Grosso do Sul tem realidades diferentes e que um representante precisa estar disposto a ouvir antes de decidir”, afirma.
“Não faço promessas eleitoreiras”
Na reta final, Juliana também diz que pretende manter o discurso apresentado durante toda a campanha, evitando compromissos que, segundo ela, não possam ser transformados em trabalho efetivo dentro da Assembleia Legislativa.
“Sou uma mulher forte, tenho meus objetivos muito bem traçados e sei da responsabilidade que é colocar o nome à disposição da população. Não quero fazer promessas eleitoreiras apenas para agradar neste momento. Quero trabalhar para ser uma representante justa, que escute as pessoas e represente Mato Grosso do Sul com responsabilidade na Assembleia Legislativa”, declara.
Juliana afirma ainda que os últimos dias serão de continuidade, e não de desaceleração.
“A eleição ainda não acabou. Temos trabalho até o último dia e vamos continuar nas ruas, conversando, ouvindo e apresentando aquilo em que acreditamos. Mas quero também deixar uma mensagem que está acima de qualquer candidatura: faça sua escolha de maneira consciente. Não permita que ninguém coloque preço na sua liberdade de escolher”, conclui.
A campanha segue até 3 de outubro com agendas em Campo Grande e outras regiões do Estado. No dia 4 de outubro, eleitores de Mato Grosso do Sul irão às urnas para escolher seus representantes nas Eleições Gerais de 2026.
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