O Estado de Mato Grosso do Sul segue preservando a alíquota de ICMS mais baixa do país, 17%, enquanto outros estados elevam impostos para equilibrar suas contas. O presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro (PP), reforça que a decisão evita repassar aos contribuintes o peso de ajustes fiscais, mesmo abrindo mão de um incremento anual estimado entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão na arrecadação.
A estratégia adotada pelo governo estadual prioriza a contenção de despesas e a racionalização da máquina pública. Medidas como cortes em custeio, sem prejudicar serviços essenciais, demonstram planejamento fiscal responsável, mantendo a competitividade do Estado e evitando pressão sobre empresas e famílias.
Para assegurar investimentos sem recorrer a aumento de impostos, a Assembleia Legislativa autorizou recentemente a contratação de um financiamento de R$ 950 milhões junto ao Banco do Brasil. Segundo Gerson Claro, a capacidade de pagamento do Estado garante que os empréstimos sejam estratégicos e seguros, permitindo avançar em infraestrutura e projetos prioritários sem comprometer o equilíbrio das contas públicas.
O desempenho econômico de Mato Grosso do Sul comprova que a política fiscal adotada funciona. Em 2023, o PIB cresceu 13,4%, o segundo maior do país, impulsionado por agropecuária, indústria e serviços. O modelo demonstra que manter impostos baixos, aliado a gestão eficiente e investimentos planejados, pode gerar crescimento acelerado e sustentável.
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