Os vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande podem votar, em regime de urgência, nesta terça-feira (5), o projeto do Executivo que prevê a terceirização de duas unidades de saúde da Capital. A proposta, que seria analisada na última quinta-feira (30), foi adiada por falta de estudos técnicos.
Entidades contrárias à medida já se organizam para uma nova manifestação na Casa de Leis, o que pode voltar a movimentar o cenário político local.
O projeto, encaminhado pela prefeita Adriane Lopes (PP) na noite da última quarta-feira (29), entrou em regime de urgência para análise na sessão ordinária de quinta-feira (30), mas acabou adiado após a apresentação de emendas por vereadores e protestos de servidores da saúde contrários à iniciativa.
De acordo com o texto, o projeto-piloto de terceirização das unidades de saúde — os Centros Regionais de Saúde (CRSs) do Aero Rancho e do Tiradentes — terá duração de 12 meses. Os servidores municipais atualmente lotados nessas unidades deverão ser remanejados para outros locais.
Segundo o Executivo, a medida é justificada pelo déficit de profissionais, pela necessidade de respeitar o limite prudencial de gastos com pessoal e pelas imposições do decreto de contenção de despesas publicado no ano passado.
Apesar de o presidente da Câmara, Epaminondas Neto, o Papy (PSDB), não confirmar se a proposta será votada nesta terça-feira, entidades da saúde municipal já se mobilizam para acompanhar a sessão.
Vereadores da oposição também se preparam, diante da expectativa de que o projeto entre novamente em pauta em regime de urgência.
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