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Combate à chikungunya

Dourados recebe 50 mil repelentes para reforçar combate à chikungunya

Doação da Cruz Vermelha beneficiará escolas, Cras e população em situação de vulnerabilidade

João Gabriel Vilalba
Capital News

Em meio a uma das maiores epidemias de chikungunya da história recente, a Prefeitura de Dourados, a 221 quilômetros de Campo Grande, contará com o apoio da Cruz Vermelha Brasileira no combate ao mosquito transmissor da chikungunya, dengue e zika vírus.

O coordenador municipal da instituição, Maikon Nascimento, visitou o prefeito Marçal Filho para anunciar a doação de 50 mil unidades de repelentes e protetores solares com repelente ao município.

Segundo o coordenador municipal da Cruz Vermelha, a mobilização humanitária teve início após o surto de chikungunya registrado em Dourados e em outros municípios de Mato Grosso do Sul, comprometendo o sistema de saúde local, principalmente nas comunidades indígenas.

Para viabilizar a entrega dos insumos, a Cruz Vermelha atuou como interlocutora junto ao Ministério da Fazenda e ao Governo do Estado.

Em Mato Grosso do Sul, foram destinadas 201 mil unidades de repelentes e protetores solares com repelente, em uma das maiores ações de doação de insumos de saúde já realizadas no Estado.

A própria instituição coordena a logística de transporte e distribuição dos produtos aos municípios para o enfrentamento da chikungunya, com foco prioritário na proteção de comunidades indígenas e famílias em situação de vulnerabilidade social.

O prefeito Marçal Filho agradeceu à Cruz Vermelha pela doação e afirmou que os itens serão importantes para reforçar as ações de combate à chikungunya e às demais doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

As 50 mil unidades serão destinadas às escolas da rede municipal de ensino, aos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e à Casa da Acolhida.

Segundo a prefeitura, os repelentes poderão ser utilizados por crianças acima de 2 anos de idade. Já os protetores solares com repelente serão destinados prioritariamente à população em situação de rua, considerada mais vulnerável à exposição prolongada aos raios solares.

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