Após o pagamento de R$ 80 mil do suposto sucessor do narcotráficante Minotauro, a Polícia Federal, em atuação conjunta com a Polícia Civil, outras forças de segurança e Autoridades Paraguaias, descobriu que Edson Barbosa Salinas, 32 anos, apresentou documentos pessoais falsos quando de sua prisão. Segundo informações, após o recebimento dos novos fatos pelo Poder Judiciário, foi decidido pela não expedição de alvará de soltura.
Deste modo conforme a Polícia Federal, o documento utilizado pelo indivíduo, foi emitido com base em certidão de nascimento com dados ideologicamente falsos lavrada em um cartório de Aral Moreira, no ano de 2014. Ressalta-se que este cartório já foi objeto de investigações da Polícia Federal em razão da lavratura de registros de forma fraudulenta, tendo sido a tabeliã responsável afastada de suas funções em 2015.
Os dados constantes no documento ideologicamente falso apresentado aos policiais quando de sua prisão tem o nome diferente do verdadeiro nome do detido, além de também diferir quanto ao nome dos pais e a data de nascimento.
Restou exarada decisão determinando o pagamento de uma fiança de R$ 80 mil para conceder liberdade ao indivíduo, tendo sido o valor pago rapidamente, porém ele não será mais liberado. O caso continua em investigação, sendo que a Polícia Federal, a Polícia Civil, as forças de segurança e as Autoridades Paraguaias trabalham em conjunto na apuração.


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