A Polícia Civil informou que ainda não há laudo pericial conclusivo anexado ao inquérito que investiga a morte da fisioterapeuta Fabíola Marcotti, de 51 anos, encontrada morta com um tiro na cabeça no dia 18 de maio, na residência onde morava com o médico cardiologista João Jazbik Neto, na Chácara dos Poderes, em Campo Grande.
O esclarecimento foi divulgado nesta sexta-feira (31), após a família da fisioterapeuta informar que um laudo necroscópico, concluído nesta semana, apontaria que o disparo foi realizado à distância, embora o documento ainda não tivesse sido juntado ao processo.
Em nota, a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) negou a existência de um laudo conclusivo nos autos.
"Nenhum laudo pericial conclusivo foi juntado até o presente momento aos autos, de modo que as informações que afirmam a existência de laudo anexado e apontam conclusões não correspondem à realidade do procedimento", informou a Polícia Civil.
A instituição também destacou que o inquérito permanece em fase ativa de investigação, com a realização de oitivas de testemunhas e outras diligências consideradas necessárias para o esclarecimento do caso.
O médico João Jazbik Neto chegou a ser preso por fraude processual durante as investigações, mas obteve liberdade poucos dias depois. As circunstâncias da morte de Fabíola Marcotti continuam sendo apuradas pela Polícia Civil.
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