Diante de questionamentos sobre a decisão judicial que negou a prorrogação das prisões temporárias na Operação OncoJuris, a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul esclareceu que a medida não afasta os indícios de crimes investigados nem invalida as ações já realizadas.
Conforme o posicionamento oficial, a decisão analisou apenas os requisitos legais necessários para a manutenção da prisão cautelar naquele momento do processo. Ou seja, não representa absolvição ou arquivamento do caso.
A investigação, conduzida pelo Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado) com manifestação favorável do MPMS por meio do Gecoc, segue em andamento e sob sigilo. O objetivo é esclarecer completamente os fatos e identificar a responsabilidade individual de todos os envolvidos.
Segundo a Polícia Civil, as apurações tratam de condutas graves, que envolvem prejuízos aos cofres públicos e riscos à saúde de pacientes, o que reforça a importância da continuidade dos trabalhos.
A instituição destacou ainda que mantém o compromisso com a apuração rigorosa e a repressão aos crimes, em atuação conjunta com os demais órgãos competentes e dentro dos limites legais e constitucionais.
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