O sonho de ter o estádio “Chavinha”, como um dos aliados do time no Campeonato Brasileiro da Série D, tornou um pesadelo para a diretoria do Itaporã, que uma vez mais, deixou de pagar o quarteto de árbitros que trabalhou na partida diante do Estrela do Norte, neste domingo (17), em Itaporã.
Com o estádio liberado, os dirigentes acreditavam no comparecimento de um grande público e o dinheiro auferido com a venda dos ingressos serviria para pagar as despesas com a arbitragem. No entanto, não foi isso que aconteceu.
Na partida, apenas 227 pessoas pagaram ingressos com a renda chegando à R$ 1.560, valor esse menos que a arrecadação auferida no Douradão, quando o time iniciou a sua participação na competição, ocasião em que 248 pessoas viram o jogo e proporcionaram uma renda de R$ 1.685, registrando uma diferença de R$ 325 a menos.
É claro que o fato uma vez mais ganhou o Tribunal, pois o mesmo foi denunciado na súmula feia pelo árbitro paranaense Leonardo Sígari Zanon.
Além do árbitro central, o trio principal teve ainda as presenças de Pedro Martinelli Christino e Vítor Hugo Imazu dos Santos, todos do Paraná. Além deles, os sul-mato-grossenses Paulo Henrique Vollkopf, como quarto árbitro e Antônio Flávio Alves, como observador.
A denúncia está na pauta de julgamento, no entanto, a data ainda não foi marcada.
Contra o Itaporã pesa o fato de o mesmo ser reincidente. Pois na abertura da competição, o time deixou de quitar com os árbitros paulistas que trabalharam na partida diante do Anapolina, de Goiás, no Douradão.
Não satisfeito em relatar apenas a falta de pagamento, o árbitro ainda relatou na súmula, as precárias condições físicas do vestiário destinado para arbitragem. “Em condições ruins para precário (sujo e com espaço mínimo para duas pessoas)”, descreveu.
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