O acordo prevê que todos os direitos de imagem e todos os lucros dos jogos da seleção vão para os investidores. Em contra partida, a CBF recebe os mais de US$ 1,5 milhão e exige toda a organização dos jogos, como a busca por um adversário, um estádio, hotel, local de treinamento e toda a infra-estrutura. A CBF garante que tem o poder de vetar a escolha do adversário.
A ART é hoje uma das redes de maior audiência no Oriente Médio e conta com acordos de exclusividade com outros esportistas. A seleção brasileira, porém, é um de seus grandes trunfos financeiros. Um jogo do Brasil na Europa é audiência garantida.
Para seu primeiro jogo do ano, o acordo foi a escolha da Irlanda, time que há quatro meses está sem técnico, não tem qualquer planejamento tático e nem sequer consegue organizar os treinamentos.
A Irlanda ficou sem o técnico Steve Staunton em outubro depois de ser demitido ao não conseguir classificar o time para Eurocopa de 2008.
Por enquanto, o comando do time está com um assistente de técnico do Leeds United, Gary McAllister. Mais de 30 nomes já foram indicados pela federação local para ocupar o posto. Mas vários se recusaram, transformando o caso em motivo de piada nacional.
Agora, a federação garante que a seleção terá um técnico nos próximos dez dias. Um dos candidatos é o italiano Giovanni Trapattoni, ex-técnico da Itália, hoje treinando o austríaco Salzburg.
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