Mato Grosso do Sul ocupa o terceiro melhor desempenho do país no acumulado de janeiro a julho de 2020, em geração de emprego com carteira assinada. Segundo o novo Cadastro de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério da Economia, entre janeiro e julho o estado registrou 118.148 admissões, o que resultou em um saldo de 1.561 novos postos de trabalho, atrás apenas de Maranhão e Mato Grosso.
No setor de Serviços, os subgrupos que apresentaram as maiores altas na taxa de geração de empregos foram Transportes e Armazenagem (371 vagas) e Atividades Profissionais (113 vagas). No setor da Indústria, os maiores destaques são da Indústria de Transformação (1.335 vagas) e Construção Civil (130 vagas). Nos últimos 12 meses, a indústria foi o único setor que acumulou 2.752 novas vagas.
No acumulado de janeiro a julho de 2020, Mato Grosso do Sul já apresenta um saldo de 2.810 novas vagas de trabalho, impulsionado pela Indústria de Transformação com 3.635 empregos e seguido pela Agropecuária, com 1387. Dourados segue como o principal gerador de empregos com 922 novas vagas. Campo Grande ainda não recuperou as vagas fechadas com a pandemia de Covid-19, portanto apresenta saldo negativo de 5.020 vagas no ano. No entanto, o mês de julho foi de saldo positivo para a Capital com a criação de vagas 669 vagas, o que não ocorria desde fevereiro de 2020.
Em relação a economia a uma projeção de 2,7% de crescimento até 2021, Mato Grosso do Sul apresenta um grande resultado na economia, mesmo sob os efeitos da pandemia do coronavírus. A projeção da Tendências Consultoria, mostra que enquanto 21 estados e o Distrito Federal podem fechar 2021 com queda, Mato Grosso do Sul deverá exceder em 2,7% o PIB do ano passado. Os outros estados com estimativa de crescimento são Pará, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Goiás. O Produto Interno Bruto é a soma de todas as riquezas geradas por um país.


