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Economia Segunda-feira, 03 de Abril de 2017, 18:14 - A | A

Segunda-feira, 03 de Abril de 2017, 18h:14 - A | A

Balança Comercial

Ministério anuncia superávit de US$ 7,14 bilhõesm Março,

Resultado é o melhor desde o início da história do governo em 1989

Flavia Andrade
Capital News

Edemir Rodrigues/Portal do Governo de Mato Grosso do Sul

Balança comercial de MS fecha janeiro e fevereiro com saldo de US$ 252 milhões

Destaque foi para as exportações de minério de ferro e hidrocarboneto

Ministério do Desenvolvimento, Comércio Exterior e Serviços anunciou nesta segunda-feira (3), valor referente a balança comercial brasileira, com superávit de US$ 7,145 bilhões em março. O saldo positivo supera o recorde de março de 2016, quando a balança ficou positiva em US$ 4,431 bilhões.

No primeiro trimestre deste ano, a balança acumula superávit de US$ 14,424 bilhões. A balança comercial tem superávit quando as exportações, referentes as vendas do Brasil para parceiros de negócios no exterior onde superam as importações contando com as compras do país também no exterior.

Em março, as exportações brasileiras ficaram em US$ 20, 085 bilhões, superando os US$ 12,940 bilhões em importações. As exportações cresceram 20,1% em relação a março de 2016, segundo o critério da média diária, que leva em conta o valor negociado por dia útil. Com relação a fevereiro deste ano, a alta foi de 1,6%.

As importações, por sua vez, cresceram 7,1% na comparação com março do ano passado e recuaram 7,2% em relação a fevereiro deste ano, também segundo o critério da média diária.

Os Destaques em exportações, para o mês de março foram às vendas de minério de ferro (alta de 186,7% na comparação com março de 2016), hidrocarbonetos (170,9%), óleos combustíveis (161,7%), petróleo bruto (145,9%), borracha sintética (111,9%), semimanufaturados de ferro e aço (109,3%), tubos flexíveis de ferro e aço (94,6%), veículos de carga (67,1%), açúcar refinado (51,5%), automóveis de passageiros (47%), carne suína (33,4%) e soja em grão (15,6%).

Nas importações, cresceu a compra de combustíveis e lubrificantes (14,4%), bens intermediários (10,6%) e bens de consumo (1%). Por outro lado, houve queda na aquisição de bens de capital (10,5%)

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