Hoje a faixa de fronteira está escancarada ao tráfico de drogas e armas, bem como a passagem fácil de contrabando e de veículos roubados.
No contexto de um projeto maior para o setor de segurança pública, a medida deve contemplar a aquisição de pelo menos dois scanners veiculares, que serão os olhos da fiscalização na vistoria das grandes cargas usadas para acobertar, por exemplo, carregamentos de cocaína procedentes da Bolívia.
Um retrato da vulnerabilidade pôde ser visto na semana passada, quando uma remessa de 709 quilos do entorpecente saído da Bolívia, via cidade de Corumbá, foi apreendida já no distrito de Indubrasil, em Campo Grande, em meio a uma carga de ferro-gusa.
A adoção de providências práticas e eficientes para corrigir a situação de abandono em que se encontram as faixas fronteiriças com a Bolívia e Paraguai, pelo Mato Grosso do Sul, faz parte das promessas de campanha de Reinaldo Azambuja, que agora, à frente do executivo estadual, deverá trabalhar pela sua implementação.
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