Sindicatos e associações da Capital e do interior de Mato Grosso do Sul irão reunir mais de 15 mil trabalhadores nas ruas de Campo Grande nesta quinta-feira (11). Fim da corrupção, punição e afastamento definitivo de políticos corruptos, transporte público de qualidade, transparência e respeito às entidades sindicais e redução de jornada de trabalho de 40 horas dividirão espaço nas reivindicações.
A ação envolve todas as centrais sindicais, como Força Sindical, Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central dos Sindicatos Brasileiros (CTB), União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e Central Única de Trabalhadores (CUT), e a ideia é realizar uma manifestação pacífica e sem depredações.
Entidades como a Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Mato Grosso do Sul (Fetagri), Movimento Sem Terra (MST) e Federação dos Trabalhadores do Comércio e Serviços de Mato Grosso do Sul (Fetracom/MS), participam da manifestação.
A concentração será às 9 horas na Praça do Rádio Clube, de onde os trabalhadores descerão para a avenida Afonso Pena em direção à região central da cidade, nas principais ruas da cidade.
Segundo o presidente da Força Sindical e da Fetracom/MS, Idelmar da Mota Lima, os trabalhadores do comércio irão reivindicar além das reivindicações principais, escola pública de qualidade com horário integral, agregando à educação, a cultura, esporte e lazer; creche pública e gratuita para todos os trabalhadores e fim do fator previdenciário.
José Lucas da Silva, representante da CSB em Mato Grosso do Sul, afirmou que a manifestação será pacífica em uma demonstração de força do trabalhador do Estado. “Não admitimos e não toleramos ações de vandalismo em manifestação dessa natureza”, afirmou José Lucas.
Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), foi decidido durante reunião, em Brasília, que federações e sindicatos vinculados aos comerciários de todo o país aderissem à greve geral na quinta-feira.
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