Para 2015, Campo Grande pretende investir R$ 36 milhões em novas casas populares para o ano que vem. No caso de os três projetos serem encaminhados pela Agência Municipal de Habitação (Emha) ao Ministério das Cidades, forem aprovados, a capital irá receber mais 600 unidades habitacionais, ainda em 2015.
De acordo com a Emha, as casas serão construídas na região sul de Campo Grande, do Anhanduizinho, e serão em modelo de apartamentos. Não há, ainda, informações sobre quem serão os beneficiados com as obras, mas vale destacar que é nessa mesma região onde se concentra a maior densidade populacional da cidade, além da maior parte das invasões de áreas públicas, como a Cidade de Deus, no Bairro Dom Antônio Barbosa e no Jardim das Hortênsias.
O valor a ser investido está previsto com base no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), que será a modalidade adotada para os três empreendimentos.
Nesse programa, o governo federal repassa R$ 60 mil para a construção de cada moradia. Assim, R$ 36 milhões seriam necessários para os 600 apartamentos previstos.
A Emha não deu mais detalhes dos projetos porque “não podemos divulgar informações de um projeto antes que ele seja devidamente aprovado”, conforme a assessoria de imprensa.
Os três empreendimentos previstos são os primeiros projetos de moradia popular iniciados em Campo Grande desde 2013, quando uma nova gestão municipal assumiu, ainda com o ex-prefeito cassado Alcides Bernal (PP).
Em março deste ano, assumiu o então vice de Bernal, Gilmar Olarte, do mesmo partido. A gestão da Emha está a cargo da engenheira Marta Martinez.
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