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“Quero jogar no Junior Barranquilla“, diz Borja

Por Horácio Oliveira

Da coluna Futebol
Artigo de responsabilidade do autor

Atacante ainda não sabe se vai continuar no Palmeiras, apesar do contrato até o final de 2021

Reprodução/Verdão Web

ColunaMarcoEusébio

O atacante colombiano Miguel Borja disse à rádio Caracol, de Bogotá, que gostaria de sair do Palmeiras para jogar no Junior Barranquilla, um dos principais times do seu país. Autor de seis gols em 2019 com a camisa do Verdão, ele viveu mais uma temporada de altos e baixos e de questionamentos da torcida, que não esquece os R$ 33 milhões investidos em sua contratação, em 2017.

"Estou disposto a jogar no Junior [Barranquilla], mas depende deles. Os diretores estão com a bola", disse. No mesmo dia, ele publicou uma foto em seu perfil no Instagram com várias malas em um aeroporto da Colômbia -- fazendo a imprensa questionar se ele não estava levando a mudança para seu país.

Borja tem passagens por vários clubes colombianos na carreira: La Equidad, Deportivo Cúcuta, Cortuluá, Santa Fé e Atletico Nacional, onde se sagrou campeão da Copa Libertadores da América de 2016 e foi eleito pelo jornal uruguaio El País o "Rei da América" daquele ano. No entanto, ele nunca escondeu que é torcedor do Junior. O time de Barranquilla tem como principal jogador o centroavante Teo Gutiérrez, ex-River Plate, e disputa o título do Clausura colombiano, que está na fase quadrangular.

No entanto, a imprensa colombiana assinala que não será fácil levar o atacante de volta ao seu país: segundo o Periodico Deportivo, a diretoria do Junior iniciou os contatos com o Palmeiras por Borja, mas ouviu que ele tem propostas melhores de outros times brasileiros. O Santos é um dos possíveis concorrentes. O clube também já manifestou interesse em Fernando Uribe, hoje no Santos -- também disputado pelo Millonários.

Borja não foi relacionado para o último jogo do Palmeiras na temporada, contra o Cruzeiro, e conseguiu liberação para viajar mais cedo a Tierralta, sua cidade natal na Colômbia. Ele tem contrato com o Verdão por mais dois anos, mas todos concordam que ele não tem mais clima de permanecer. A única possibilidade de seguir na Academia de Futebol é se o futuro treinador -- possivelmente Jorge Sampaoli -- pedir.

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