Considerando a margem de erro – que é de 3% para mais ou para menos –, a diferença entre o segundo colocado nas intenções de voto para o Senado, Dagoberto Nogueira (PDT), e o quarto, Murilo Zauith (DEM), é de 8%, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino (Ibrape) coloca o candidato à reeleição André Puccinelli (PMDB), divulgada nesta segunda-feira (6) e contratada pelo Jornal Correio do Estado. Mas, mesmo a disputa ficando apertada, se a eleição fosse hoje, estariam eleitos Delcídio (pela segund avez) e Dagoberto.
O levantamento foi realizado de 1º a 3 de setembro ouvindo 1.348 eleitores em 42 cidades do Estado distribuídas por 8 regiões: Campo Grande, Norte, Vale do Ivinhema, Cone Sul, Sudoeste, Grande Dourados, Bolsão e Pantanal.
Delcídio do Amaral (PT), que tenta a reeleição, é o primeiro, com 58%. Os deputados federais Dagoberto e Waldemir Moka (PMDB), vêm em seguida, com 38% e 31%, respectivamente. O vice-governador Murilo aparece na quarta posição, com 24%. Jorge Batista (PSOL) tem 2%.
Levando em consideração a margem de erro: Delcídio pode ter entre 55% e 61%; Dagoberto entre 35% e 41%; Moka, de 28% a 34%; Murilo, entre 21% e 27%; e Jorge, de 0% a 5%.
Os valores ultrapassam os 100% porque cada entrevistado pôde indicar dois nomes, já que terá o direito de votar em dois candidatos. Os votos não precisam ser exatamente para candidatos da mesma coligação.
Segundo os levantamentos anteriores, a margem entre o segundo, terceiro e quarto já foi maior. Delcídio tinha: 61% (abril), 49% (julho) e 57% (agosto); Dagoberto vinha com 30%, 40% e 38%; Moka, com 26%, 24% e 26%; Murilo, 18%, 23% e 24%; e Jorge não constava na primeira pesquisa e apareceu com 2% nas seguintes.
Quanto à rejeição – aquele em que o eleitor não votaria de jeito algum – 26% declararam que não votariam em Moka. Outros 20% afirmam não votar em Dagoberto, assim como outros 20% afirmam que Jorge Batista não teriam seus votos. Murilo e Delcídio aparecem com com 13% cada.
A pesquisa está registrada sob o número 34190/2010 no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS).
Por: Marcelo Eduardo – (www.capitalnews.com.br)
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