"A atualização foi feita com base nas novas metodologias disponíveis para realização do controle da qualidade da vacina e visa aprimorar as avaliações da eficiência e segurança desses produtos", afirmou o chefe da Divisão de Produtos Biológicos, do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários, da Secretaria de Defesa Agropecuária (DFIP/SDA), Ricardo Pamplona.
A novidade, segundo Pamplona, é a implantação do controle das proteínas não estruturais atendendo recomendações de organismos de referência, como a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (Panaftosa). Dessa forma, a margem de dúvida nos resultados de inquéritos sorológicos é reduzida, devido à maior purificação dos antígenos, componentes responsáveis pela imunização. (Mapa)
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