O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, defendeu hoje (17) uma discussão mais profunda sobre os efeitos da crise financeira internacional na indústria frigorífica brasileira. Durante audiência pública na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, ele avaliou que ainda não é hora de levar o assunto ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Já sabemos quais são os reflexos da crise, mas existem muitas dúvidas. Não podemos adotar medidas gerais”. Segundo ele, o governo ainda não definiu medidas específicas de socorro aos grandes frigoríficos brasileiros. “O que sabemos é que o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] está fazendo uma análise para saber o que está acontecendo com os frigoríficos.”
Stephanes destacou que a saída para o setor de carnes continua sendo o mercado externo. Ele disse que os recentes problemas de exportação entre Brasil e União Européia reduziram as vendas para o exterior em dois terços. Mas, segundo o ministro, os entendimentos do ponto de vista sanitário “estão muito bem” e os auditores que vieram ao Brasil inspecionar a cadeia produtiva “saíram satisfeitos”. “É verdade que os preços caíram, mas ainda estão acima dos preços históricos”, ele disse. (Agência Brasil)
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.
