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Rural Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008, 11:00 - A | A

Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008, 11h:00 - A | A

Sobrinho: Capital será a maior exportadora de carne do planeta

Letícia Nucci - Capital News (www.capitalnews.com.br)

O primeiro café da manhã de 2008 do Sindicato Rural de Campo Grande aconteceu na manhã de hoje, na sede da entidade, na Capital. Na oportunidade o novo secretário da Satur (Secretaria de Fomento ao Agronegócio, Indústria, Comércio, Turismo, Ciência e Tecnologia), João Carlos Sobrinho aproveitou para ressaltar a importância das ações integradas que devem existir entre o poder público, entidades e sociedade, “é preciso que haja organização e integração entre todos, mas que seja bem definido o grau de responsabilidade de cada um”.

Durante o bate-papo com a imprensa, Sobrinho falou sobre a potência que Campo Grande possui e que suas estruturas e investimentos farão com que a Capital ganhe um posto significativo no mundo, “o poder público do Estado tem a visão agropecuária que fará com a nossa cidade tenha uma grande vantagem competitiva e, se tudo continuar ocorrendo bem, dentro de dois anos seja a maior exportadora de carne do planeta”. Questionado sobre a questão da falta de um instituto de pesquisa para uma cidade tão promissora em exportação, o secretário conclui “não podemos deixar de citar as grandes entidades de pesquisas que nós temos aqui, exemplo é a Embrapa que possui em sua equipe, 24 PHDs. A Uniderp (Universidade para o desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal) também é uma grande fonte de pesquisa para esse setor” e o presidente da SRCG (Sindicato Rural de Campo Grande), José Lemos Monteiro acrescenta, “um instituto de pesquisa é meta, projeto de campanha do nosso governador André Puccinelli”.

O Sindicato Rural entra em parceria com a Satur para auxiliar e incentivar, principalmente, o pequeno produtor. Lemos conclui que por meio do solo fértil e da parceria entre todos é possível encontrar aqui no Estado, carne vermelha a preço que não se encontra em outros lugares, e lamenta “não suportamos diminuir mais o nosso rebanho, pois queimamos todas as nossas gorduras, nossos custos estão enxutos há muito tempo, e além do mais já temos em mãos brasileiras as maiores indústrias frigoríficos do mundo”.



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