Ainda não há confirmação da nova data do encontro. Segundo a assessoria, os ministros alegaram que não houve tempo hábil para analisar documento elaborado pela CAPADR, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Comissão de Agricultura do Senado e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), entregue na semana passada.
No documento, as entidades consideraram que o que foi apresentado pelo setor não atendeu às reivindicações dos produtores e citam quatro pontos que devem ser contemplados para equacionar o passivo. Os produtores defendem o alongamento de todo o passivo até 2025, como acontece na securitização, comprometendo 5% da produção bruta, além de juros de 4% ao ano, carência mínima de um ano para início do pagamento das parcelas e depuração do saldo das dívidas visando corrigir as distorções causadas pela inscrição na Dívida Ativa da União. No início da semana passada, o Governo se dispôs a renegociar R$ 56,3 bilhões.
O passivo das operações de crédito rural totaliza R$ 87,5 bilhões. Deste total, R$ 27,3 bilhões se referem às dívidas antigas, como securitização, Pesa, Recoop, Funcafé, Cacau e Prodecer II e III. Os débitos de custeio são de R$ 10,5 bilhões e os de investimentos estão em R$ 17,3 bilhões. Há ainda R$ 12 bilhões das dívidas com recursos dos fundos constitucionais, R$ 7,1 bilhões de operações inscritas na Dívida Ativa da União e R$ 13 bilhões relacionados à agricultura familiar.
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.
