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Mato Grosso do Sul está se preparando para a retirada da vacinação contra febre aftosa

Valorização dos fiscais agropecuários é fundamental para suspensão da vacinação

Laryssa Maier
Capital News

Divulgação/Assessoria

Fiscalização do IAGRO

 

O Estado de Mato Grosso do Sul está se preparando para a retirada da vacinação contra febre aftosa a partir de 2022,  de acordo com o Iagro, é uma das ações fundamentais para garantir a segurança e a eficácia desse processo é a valorização dos fiscais estaduais agropecuários, que é uma das carreiras da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro). São esses profissionais que monitoram, avaliam e garantem a qualidade e a sanidade do rebanho bovino sul-mato-grossense.

 

A retirada da vacinação contra aftosa abrirá novos mercados internacionais e fortalecerá a economia do Estado. Dessa forma, o trabalho da fiscalização agropecuária é essencial não apenas para o cumprimento das metas previstas no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA), como para a manutenção do status de área livre de aftosa sem vacinação.

 

“O mercado internacional está cada vez mais exigente e, graças ao trabalho dos fiscais estaduais agropecuários, Mato Grosso do Sul consegue atender aos critérios de segurança alimentar e regras sanitárias. A demanda aumenta a cada ano e, sem a vacinação contra aftosa, manter a sanidade do nosso rebanho será ainda mais importante para a economia do Estado”, avalia o presidente do Sindicato dos Fiscais Estaduais Agropecuários de Mato Grosso do Sul (Sifems), Ivan Garcia.

 

“Muitos são fiscais agropecuários que deixaram o órgão porque conseguiram salários melhores em outras carreiras, em outros concursos. Falta estímulo, falta valorização desses profissionais que atuam para o fortalecimento do agronegócio, um setor lucrativo, que sustenta a economia do Estado”, afirma o presidente do Sifems.

 

O fiscal estadual agropecuário é responsável pela fiscalização e inspeção de produtos e subprodutos tanto de origem animal quanto vegetal, como a carne, o leite, o arroz, o milho e a soja. Dessa forma, além da importância econômica, a atuação desses profissionais garante a segurança dos alimentos que chegam à mesa da população.

 

Esse trabalho é feito por meio de projetos, análises, vistorias, auditorias operacionais e elaboração de pareceres técnicos, evitando, por exemplo, a disseminação de doenças como raiva, brucelose, tuberculose e febre aftosa.

 

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