Por telefone a secretária informou que as propostas sugeridas pela Casa Rural serão avaliadas por uma equipe técnica. Elas podem ou não ser acatadas, pois devem obedecer aos critérios já pré-estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) que, inclusive, chega ao Estado para uma vistoria no próximo dia 12, conforme o superintendente Federal da Agricultura (SFA/MS), Orlando Baez.
Contudo, segundo Tereza Cristina, as ponderações a serem estabelecidas dentro da Zona de Alta Vigilância – uma faixa de 15 quilômetros do Estado na fronteira com o Paraguai – ainda não foram definidas integralmente, “o que existe é uma minuta para consulta do setor e das instituições de classe, bem como dos órgãos de defesa sanitária estadual (SFA e Iagro)”.
O documento encaminhado à Famasul para análise traz que as propriedades rurais da região terão um controle de trânsito diferenciado das demais regiões do Estado e determina que passem por constante vigilância sanitária, entre outros procedimentos, motivos de preocupação dos produtores.
Ao todo 11 municípios – Antônio João, Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Japorã, Mundo Novo, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho e Sete Quedas – terão parte de seu território abrangido pela “faixa de alerta sanitário”. Do total de 37.888 quilômetros quadrados de área, 11.129 quilômetros quadrados estariam dentro da Zona de Alta Vigilância da Febre Aftosa, ou seja, 29,27% da região. São 4.790 propriedades com rebanho de 763.962 animais. O rebanho bovino na região é de 2 milhões de cabeças.
(Informações Governo do Estado)
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