A tecnologia envolve a geração de mapas de produtividade a partir de imagens obtidas por satélites. Com esses dados, o produtor vê no mapa pontos onde há menor produtividade e investiga, no campo, o problema. "A imagem de satélite gera dados. Interpretada, vira informação que, sistematizada, vira mapas para orientar o produtor", diz o chefe de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Embrapa Monitoramento por Satélite, Alexandre Coutinho.
Segundo o pesquisador, áreas muito extensas dificilmente têm o mesmo potencial. "A vantagem da tecnologia é que o produtor localiza pontos deficientes para uniformizar a produção", explica. "É uma maneira de mapear o solo e corrigir o problema no local certo." (Estado de São Paulo)
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