Conforme José Severo, diretor técnico da Superintendência do Ministério da Agricultura no Estado, neste momento não há motivos para restrição de trânsito.
O último registro de aftosa no Uruguai aconteceu em 2001, quando ocorreram 2.057 focos no país, após sete anos sem registro da enfermidade. Na época, a doença entrou no Rio Grande do Sul por Santana do Livramento, atingindo rebanhos em cinco cidades gaúchas.
Atualmente, Brasil e Uruguai estão com seus rebanhos mais protegidos do que na época, quando ambos não vacinavam – afirma Luis Alberto Pitta Pinheiro, consultor da Farsul. Em junho, o índice de imunização no Rio Grande do Sul atingiu 93,7%, o que é considerado bastante satisfatório. (Com informações da Agência Brasil)
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