As chuvas vieram mais cedo este ano e surpreenderam os produtores rurais que encontram dificuldades de terminar a colheita da segunda safra de milho. Cerca de 500 mil toneladas do produto ainda estão nas lavouras ou estocadas a céu aberto aguardando os leilões da Conab (companhia Nacional de abastecimento) através do Programa de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) do Ministério da Agricultura.
A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato)chegou a pedir mês passado ao Ministério da Agricultura que acelerasse os leilões, alertando a situação de risco quanto à falta de espaço para armazenar a safra de milho.
Segundo o presidente da Famato, Rui Prado, a situação é crítica já que os produtores estão sendo obrigados a entregar o milho por preço muito abaixo do custo.
Produtores do noroeste do estado do Paraná tiveram dificuldade de colher a safrinha do milho. De acordo com o gerente técnico da Cooperativa Agrícola de Maringá (Cocamar) Aparecido Fadoni, em muitas lavouras os grãos ficaram "chuvados” ou "” brotou na espiga".
A umidade aumenta o custo de armazenagem de 300 mil toneladas de milho que estão estocadas. (com informações do Estadão)
Por: Nadia Nadalon-estagiária (www.capitalnews.com.br)
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