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Eleições 2026

Reinaldo Azambuja pede união do campo conservador contra atual gestão do governo federal

Candidato ao Senado afirmou que Estado deve buscar 70% dos votos para Flávio Bolsonaro na disputa presidencial

João Gabriel Vilalba
Capital News

Divulgação

Ex-governador de MS, candidato ao Senado Reinaldo Azambuja (PL-MS)

Ex-governador de MS, candidato ao Senado Reinaldo Azambuja (PL-MS)

O candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, pediu a produtores rurais, empresários, comerciantes e cidadãos a união para derrotar o atual governo federal nas eleições de outubro. Segundo ele, a medida seria necessária para evitar que o país entre em uma crise ainda maior nos próximos anos.

O pedido foi feito durante evento realizado na noite desta segunda-feira (24), com a participação do senador Rogério Marinho (PL-RN), responsável pela campanha do candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), além da senadora Tereza Cristina (PP), do governador Eduardo Riedel (PP), do candidato ao Senado Capitão Contar (PL) e de outras lideranças políticas e representantes da iniciativa privada.

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Flavio Bolsonaro e Reinaldo

Flavio Bolsonaro e Reinaldo Azambuja juntos no PL nas eleições de 2026

Reinaldo afirmou que será uma missão difícil “tirar um partido que tá enraizado no poder, que está usando as estruturas da máquina pública e que está afundando o Brasil na mais profunda crise”, mas defendeu que é preciso “arregaçar as mangas”.

“Nós vamos ter realmente que arregaçar as mangas e ir pra rua se a gente quer derrotar o adversário que é esse Governo. O Brasil não aguenta mais quatro anos de PT. Se já está ruim agora, vocês imaginam o que virá pela frente”, afirmou.

O candidato disse ainda que a união do campo conservador em Mato Grosso do Sul se tornou um exemplo para o país, citando o atual senador Nelsinho Trad (PSD), que aceitou ser seu primeiro suplente, além das adesões do ex-governador André Puccinelli (MDB) e da deputada federal Rose Modesto (União Brasil).

Reinaldo também estabeleceu a meta de 70% dos votos para o presidenciável Flávio Bolsonaro em Mato Grosso do Sul.

“Nós queremos agora, 70/30 (70% dos votos para Flávio e apenas 30% para o PT). Se fizermos esse percentual, estará bom demais! E é possível!”, destacou. “Ele tem condições e vai ganhar as eleições no Brasil!”

O candidato, que terá o número 222 nas urnas, também defendeu um Estado menor e mais eficiente. Ele voltou a questionar o número de ministérios do governo federal, citando os 38 existentes atualmente, em comparação com 15 departamentos nos Estados Unidos, nove na Argentina e 26 na China, país que tem cerca de 1,4 bilhão de habitantes.

“Será que o Brasil precisa de 38?”, questionou.

Reinaldo também citou medidas adotadas durante sua gestão à frente do Governo de Mato Grosso do Sul, quando, segundo ele, o número de secretarias estaduais foi reduzido de 19 para 11. O candidato afirmou ainda que o Estado atraiu mais de R$ 140 bilhões em investimentos nos últimos 11 anos e que a economia sul-mato-grossense cresce entre 5,5% e 6% ao ano, enquanto a média nacional é de 1,5%.

Rogério Marinho

Responsável pela campanha de Flávio Bolsonaro, o senador Rogério Marinho endossou o chamado à união feito por Reinaldo.

“Não há terceira via no Brasil”, afirmou, ao defender a eleição do candidato em 2026.

Sobre Mato Grosso do Sul, Marinho afirmou que o Estado “vai nos dar esse presente: eleger os dois senadores aqui e vai nos dar, ao lado de Tereza, uma bancada forte para fazer o que tem que ser feito à luz da Constituição”.

“Quando calaram o Bolsonaro, milhões de ‘Bolsonaros’ se levantaram por todo o Brasil, eu não tenho dúvida: nós vamos ser vitoriosos”, completou.

Apoios

Entre as centenas de lideranças e apoiadores presentes no Encontro com o Setor Produtivo, estavam representantes de entidades empresariais e do setor produtivo que declararam apoio à reeleição de Eduardo Riedel e às candidaturas de Reinaldo Azambuja e Capitão Contar ao Senado.

Participaram do evento os presidentes da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen; da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Marcelo Bertoni; da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Guilherme Bumlai; e da Faems (Federação das Associações Empresariais de Mato Grosso do Sul), Alfredo Zamlutti Júnior.

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