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Renan Santos, Augusto Cury e Ronaldo Caiado saíram derrotados no primeiro turno das eleições presidencial
Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) não anunciaram apoio a nenhum dos dois candidatos. Romeu Zema (Novo), por sua vez, também não citou Flávio, mas declarou que ficará contra o PT na segunda etapa da disputa.
Em coletiva de imprensa após a confirmação do resultado, Augusto Cury afirmou que a “democracia brasileira, assim como a de muitas outras nações, dá sinais de asfixia”. “Temo que, nas próximas décadas, haja um avanço das ditaduras e do populismo”, declarou.
Cury também afirmou que a polarização tornou o ambiente político brasileiro excessivamente hostil e que o projeto de país, muitas vezes, ficou em segundo plano. O candidato defendeu um processo de pacificação e não indicou apoio a Lula ou Flávio no segundo turno.
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Renan Santos critica candidatos
Quarto colocado no primeiro turno, Renan Santos criticou Lula e Flávio Bolsonaro e classificou a disputa deste ano como “a mais bizarra” desde a redemocratização do país.
O candidato do Missão, partido criado a partir do MBL, fez críticas a Flávio Bolsonaro e afirmou que não pedirá votos para nenhum dos dois candidatos no segundo turno. Durante uma live no YouTube na noite deste domingo (4), também comentou sobre os possíveis próximos passos do ex-presidente Jair Bolsonaro e do STF (Supremo Tribunal Federal).
Caiado aguarda posição do PSD
Ronaldo Caiado afirmou que a definição sobre um eventual apoio no segundo turno dependeria de uma conversa com a direção nacional do PSD. O candidato disse que não se pronunciaria antes de conversar com o presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab.
Posteriormente, o PSD anunciou neutralidade no segundo turno e liberou diretórios estaduais, parlamentares e filiados para adotarem suas próprias posições em relação à disputa entre Lula e Flávio.
Zema declara oposição ao PT
O candidato do Novo, Romeu Zema, afirmou em pronunciamento neste domingo (4) que ficará contra o PT no segundo turno, mas não declarou apoio diretamente a Flávio Bolsonaro.
“Onde estiver PT no segundo turno, eu estarei contra o PT”, afirmou Zema. Em seguida, criticou o partido e disse que a legenda já teve oportunidades de governar o país.
Durante a campanha, integrantes do Novo pressionaram Zema a renunciar à candidatura antes mesmo do primeiro turno. A pressão aumentou depois que Ricardo Salles anunciou a desistência da candidatura ao Senado por São Paulo para apoiar os candidatos escolhidos pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), segundo a Folha de S.Paulo.
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