Uma ação popular que exige a substituição dos ônibus mais antigos do Consórcio Guaicurus em Campo Grande está prestes a ter um desfecho, após quase três anos de tramitação. Enquanto a Prefeitura, a Agetran e a Agereg já entregaram suas alegações finais, os autores da ação, os ex-vereadores André Luis e Marcos Tabosa, ainda não apresentaram seu memorial. Com isso, o processo será encaminhado para decisão judicial.
O processo tem como objetivo garantir que a empresa cumpra as exigências do contrato de concessão, retirando os veículos antigos e permitindo fiscalização efetiva do serviço público de transporte coletivo. Apesar de multas aplicadas pela Prefeitura em 2024, a frota permanece envelhecida, com relatos frequentes de superlotação, panes e problemas mecânicos, inclusive registrados em uma CPI da Câmara Municipal.
Para incentivar a modernização, a prefeita Adriane Lopes sancionou recentemente uma lei que obriga o Consórcio Guaicurus a renovar os ônibus por veículos mais modernos e com menor emissão de poluentes. A iniciativa, proposta pelo vereador Maicon Nogueira, prevê também o uso de tecnologias limpas e energia renovável, com foco na redução da poluição e na melhoria da qualidade de vida da população.
Enquanto a Justiça analisa o cumprimento do contrato e a atuação dos órgãos de fiscalização, os usuários do transporte coletivo continuam enfrentando dificuldades diárias devido à frota antiga e às falhas no serviço prestado pelo Consórcio Guaicurus.
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