Durante a COP-15 CMS, realizada em Campo Grande, Mato Grosso do Sul reforçou sua atuação na agenda internacional de Saúde Única ao apresentar políticas públicas voltadas à integração entre saúde humana, animal e ambiental. A participação ocorreu no Espaço Brasil, dentro do painel sobre conexão entre ecossistemas e espécies migratórias.
A coordenadora Danila Frias destacou que “trabalhar essa conexão é essencial para prevenir doenças e promover qualidade de vida”, ressaltando a importância de ações integradas em um território que abriga o Pantanal e rotas de espécies migratórias. Segundo ela, o Estado desenvolve estratégias com foco em vigilância, monitoramento de doenças e educação em saúde.
O debate reuniu especialistas de diferentes instituições, que reforçaram a interdependência entre biodiversidade e saúde global. Para a representante do Ministério da Saúde, Vivyanne Magalhães, “foi um momento extremamente importante”, destacando o avanço da agenda no país e a construção do Plano Nacional de Uma Só Saúde.
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Além das discussões, a conferência também evidenciou iniciativas práticas, como o monitoramento ambiental e de espécies no Brasil. A analista Patrícia Serafini afirmou que “esses animais funcionam como sentinelas”, ajudando a identificar mudanças ambientais e riscos à saúde, enquanto o evento consolida Campo Grande como centro de articulação internacional sobre biodiversidade.
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