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Transparência

Governo de Mato Grosso do Sul vai investir R$ 6,9 milhões em cisternas para famílias da zona rural

Projeto prevê investimento de quase R$ 7 milhões e instalação de 665 cisternas em áreas rurais e comunidades tradicionais

João Gabriel Vilalba
Capital News

O Governo do Estado abriu um chamamento público para contratação de entidades responsáveis pela implementação de tecnologias sociais de acesso à água para famílias de baixa renda que vivem em zonas rurais de municípios do interior de Mato Grosso do Sul. Segundo o edital, o projeto foi orçado em R$ 6.979.726,95 e prevê a instalação de 665 cisternas de ferrocimento, com capacidade de 16 mil litros cada.

Conforme publicação no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (26), as ações foram divididas em dois lotes regionais para facilitar a logística das entidades que assumirem os serviços. O primeiro lote tem custo estimado de R$ 3.463.623,90 e deve atender 330 famílias. Já o segundo lote prevê R$ 3.516.103,05 para a instalação de 335 reservatórios.

O valor de referência para cada unidade estrutural é de R$ 10.495,83. As entidades privadas sem fins lucrativos ou cooperativas interessadas devem enviar propostas e a documentação exigida até o dia 20 de julho.

Os locais contemplados incluem assentamentos rurais, comunidades quilombolas, áreas ribeirinhas e uma aldeia indígena. A meta é que todas as estruturas sejam concluídas no prazo de até um ano após a emissão das ordens de serviço.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc). O documento é assinado pelo secretário em exercício, Alex Marcel Melotto.

Municípios contemplados

• Bonito: 25 cisternas para assentamentos
• Corguinho: 60 unidades para comunidades quilombolas
• Corumbá: 170 reservatórios para assentados e ribeirinhos
• Ladário: 50 cisternas em áreas de assentamento
• Miranda: 25 reservatórios para assentados
• Aquidauana: 80 cisternas em assentamentos
• Bodoquena: 20 reservatórios em assentamentos
• Itaquiraí: 60 cisternas para famílias assentadas
• Maracaju: 40 reservatórios para assentamentos
• Nioaque: 20 reservatórios para assentados rurais
• Pedro Gomes: 35 reservatórios em áreas quilombolas
• Porto Murtinho: 30 cisternas para comunidade indígena
• Sonora: 50 cisternas para assentamentos, quilombolas e ribeirinhos

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