Faltando 43 dias para a Copa do Mundo, a Prefeitura de Campo Grande sancionou, nesta terça-feira (30), a Lei nº 7.620, que institui oficialmente o programa “Cidade da Copa”.
A proposta resgata a iniciativa realizada em 2010, nos altos da Avenida Afonso Pena, quando o município estruturou um espaço público para exibição gratuita dos jogos da Copa do Mundo, além da realização de eventos culturais.
De acordo com o texto publicado no Diário Oficial do município (Diogrande), o programa prevê a transmissão das partidas em telões e a promoção de atividades culturais, artísticas e gastronômicas. A iniciativa também busca estimular a economia local, com prioridade para microempreendedores individuais, pequenos comerciantes, artesãos e profissionais da economia criativa.
A abertura da Copa do Mundo está prevista para o dia 11 de junho, no Estádio Azteca, no México. Nesta edição, o torneio contará com 48 seleções, divididas em 12 grupos de quatro equipes. A estreia da seleção brasileira será no dia 13 de junho, às 19h (horário de Brasília), contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova York/Nova Jersey.
A “Cidade da Copa” não é novidade para os sul-mato-grossenses. Em 2010, o espaço reuniu torcedores em áreas públicas para acompanhar os jogos, criando um ambiente de festa coletiva.
Até o momento, a prefeitura não oficializou o local do evento, mas a Praça da Rádio, na região central de Campo Grande, desponta como principal opção.
O texto da lei também define exigências mínimas para a realização dos eventos, como:
• Telões com qualidade adequada
• Equipamentos de som e imagem
• Praça de alimentação
• Banheiros
• Acessibilidade
• Iluminação
• Itens de segurança
Também estão previstos abrigos contra chuva e sol, além de planejamento de trânsito, limpeza urbana e atendimento a emergências. A escolha dos locais levará em conta critérios como capacidade, impacto urbano e condições de infraestrutura.
Parcerias
A Prefeitura poderá firmar parcerias com a iniciativa privada, além de captar patrocínios e cotas de publicidade para viabilizar o projeto. A seleção de expositores deverá seguir critérios públicos e transparentes, priorizando negócios locais e práticas sustentáveis.
O texto também determina a elaboração de planos específicos para cada edição do programa, bem como estratégias de segurança, mobilidade urbana e gestão de resíduos.
A regulamentação da lei ficará a cargo do Executivo municipal, que definirá os detalhes para a implementação do “Cidade da Copa”. As despesas serão custeadas com recursos próprios do orçamento, podendo ser complementadas por parcerias.
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