Empresário Jamil Name teve mais uma habeas corpus negado. A negativa veio na última quarta-feira (22) pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha. Jamil contínua está preso no Presídio Federal de Mosssoró, no Rio Grande do Norte, junto com o seu filho Jamilzinho.
O delegado-geral da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, Marcelo Vargas confirmou durante a coletiva de imprensa nesta terça-feira (14) que a Operação Omertà, vai ter desdobramento. “Operação teve resultado positivo e agora deve ter desdobramentos para 2020”, relatou o delegado.
Outras ações destacada pelo delegado-geral, foram: o esclarecimento da tentativa de roubo ao carro forte na fronteira, prisão da quadrilha que tentou roubar a central do Banco do Brasil, ambas que devem ter desdobramentos com mais prisões nos próximos dias conforme Vargas.
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Ameaça
Empresário Jamil Name e pelo filho dele Jamil Name Filho, preso na Operação Omertá, do Gaeco, que investiga a existência de milícia armada, estariam planejando um atentado contra o delegado Fábio Peró, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Garras), conforme o documento protocolado pelo Gaeco no Tribunal de Justiça, no qual reitera a necessidade de manter os alvos da operação presos.
Omertà
A operação foi deflagrada para cumprimento de 13 mandados de prisão preventiva, dez de prisão temporária e 21 mandados e de busca e apreensão, todos em Campo Grande. O foco é uma organização criminosa atuante na prática dos crimes de homicídio, milícia armada, corrupção ativa e passiva, dentre outros.

