Lucas Figueiredo/CBF
Com Fernandinho em recuperação, volante Allan vai ocupar vaga de Casemiro no meio
O Brasil enfrenta o Paraguai nesta quinta-feira (27) abrindo a fase de quartas de final da Copa América. Em Porto Alegre, às 20h30, A Seleção busca classificação às semifinais e, para isso, precisa reverter a vantagem recente do adversário na competição. Em 2011 e 2015 os paraguaios levaram a melhor e eliminaram os brasileiros justamente nesta etapa. No time, Casemiro, suspenso, está fora. No seu lugar, Allan ocupa a vaga, já que Fernandinho ainda não se recuperou totalmente.
O classificado entre Brasil e Paraguai joga na semifinal contra a seleção que avançar no confronto Argentina e Venezuela, nesta sexta, às 15h (MS), no Maracanã.
A confirmação de que Allan, e não Fernandinho, enfrenta o Paraguai foi dada pelo próprio Tite na entrevista coletiva desta quarta. Segundo o treinador, a vaga seria do volante do Manchester City-ING. “Fernandinho está fora do jogo. Quem joga é o Allan. Se nós vencermos, se nos classificarmos, possivelmente ele vai estar pronto para o próximo jogo. Fernandinho jogaria em suas condições normais e naturais. Não estava nas suas condições”, explicou.
Nas outras posição não há mistério. O bom desempenho do ataque na partida contra o Peru fez o treinador manter o trio Gabriel Jesus, Roberto Firmino e Everton na frente, com Philippe Coutinho mais recuado no meio. Assim, a Seleção começa o duelo com Alisson no gol; Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Filipe Luís; Arthur, Allan e Coutinho; Everton, Gabriel Jesus e Firmino.
Queda nos pênaltis
O Brasil venceu a Copa América pela última vez em 2007, no Peru e, nas últimas três edições, duas eliminações aconteceram justamente nas quartas de final contra o Paraguai, em cobranças de pênaltis. Em 2011, a partida terminou sem gols no tempo regulamentar. Nos desempate, os brasileiros erraram todas as cobranças e foram eliminados. Em 2015, novamente Brasil e Paraguai se encontraram nas quartas de finais da Copa América, e o final foi o mesmo. Após um empate no tempo normal em 1 a 1, a Seleção Brasileira foi eliminada nos pênaltis por 4 a 3.
Para superar esse pequeno trauma da disputa de pênaltis com os adversários, o auxiliar Cleber Xavier disse que os jogadores trabalharam pensando nesta possibilidade. “Treinamos, ficamos satisfeitos nos dois treinamentos. Até para bater pênalti a gente tem estratégia. Tem atleta que gosta de treinar mais, outros menos. Vamos treinar mais para essa questão específica”, disse.
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