Mais de 3,5 milhões de famílias brasileiras correm o risco de perder a Tarifa Social de Energia Elétrica por falta de atualização cadastral. Segundo a Abradee, cerca de 27% dos beneficiários estão com dados desatualizados.
A situação ganhou atenção após mudanças nas regras, válidas desde dezembro de 2025. Agora, o CPF do titular da conta de luz deve ser o mesmo do responsável familiar no Cadastro Único ou de alguém da família, além de o endereço cadastrado coincidir com o da unidade consumidora.
A presidente da Abradee, Patricia Audi, alertou sobre a importância da regularização. “A atualização é fundamental para garantir a continuidade do benefício para famílias de baixa renda em todo o país”, afirmou.
A Tarifa Social é um programa federal que reduz o valor da conta de energia para famílias em situação de vulnerabilidade. O benefício atende inscritos no CadÚnico, idosos, pessoas com deficiência, indígenas, quilombolas e famílias em sistemas isolados.
Os descontos variam conforme o consumo. Famílias de baixa renda podem ter redução de até 65%, enquanto indígenas e quilombolas podem chegar a 100% para consumo mais baixo.
O benefício é concedido automaticamente a quem está com cadastro atualizado. Já quem tem dados desatualizados ou não está inscrito precisa procurar o CRAS para regularizar a situação.
Sem a atualização, mesmo famílias que atendem aos critérios podem perder o desconto. A orientação é verificar os dados o quanto antes para evitar a suspensão do benefício.
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