A greve dos ônibus em Campo Grande, iniciada nesta segunda-feira (15), gerou um prejuízo estimado de R$ 10 milhões apenas no primeiro dia, segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). A entidade criticou a falta de diálogo da gestão municipal para evitar o conflito e minimizar os impactos.
O presidente da CDL, Adelaido Figueiredo, afirmou que a paralisação reflete a ausência de articulação da prefeitura, problema que já se repetia em áreas como saúde, educação e trabalho. Segundo ele, a greve ocorre em um momento crucial para o comércio, justamente no período de festas.
“Os trabalhadores não conseguem chegar aos locais de trabalho e os consumidores não conseguem se deslocar para consumir”, disse Adelaido, ressaltando que o setor produtivo, responsável por gerar riqueza, está sendo prejudicado pela falta de planejamento do poder público.
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O dirigente também criticou a alegação da prefeitura de falta de recursos, destacando que a paralisação poderia ter sido evitada com diálogo e mediação. Para ele, a gestão municipal falhou em proteger tanto os trabalhadores quanto a economia local durante um período estratégico de vendas.
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