"O rei está nu. Está faltando gás no país. Estou pedindo um pacto para utilização de gás natural no Brasil e para garantir o sistema de energia", afirmou Bueno, em coletiva sobre a crise do gás envolvendo a Petrobras e distribuidoras.
Ele pediu que o termo de compromisso firmado entre a Petrobras e a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) seja cancelado. O termo foi assinado em maio. Nele, está previsto um cronograma para o abastecimento de gás natural para usinas termelétricas. Caso a Petrobras descumpra a ordem da Aneel, será multada.
"O pacto começa pelo cancelamento do termo de compromisso. É o item um do pacto. O segundo é preservar o sistema hídrico, e o terceiro é despachar aquilo que não for gás, seja óleo combustível, óleo diesel, carvão. A gente tem capacidade instalada para isso', destacou
Bueno mostrou dados que indicam que o preço do metro cúbico do gás utilizado em térmicas é de R$ 0,28. Já o gás direcionado às indústrias custa, em média, R$ 0,66.
"O gás para térmica está absurdamente barato", ressaltou.
O secretário disse ainda que, caso a liminar que impede que a Petrobras remeta às térmicas parte do gás fornecido à CEG fora do contrato, faltará gás no estado. Ele disse que os setores prioritários, caso haja um racionamento, serão o residencial, o comercial e o de GNV (gás natural veicular).
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