Um homem de 43 anos morreu por chikungunya no dia 22 de abril em Douradina. A confirmação da morte foi divulgada nesta quinta-feira (14), elevando para 17 o total de óbitos pela doença em Mato Grosso do Sul em 2026.
Segundo os dados da Secretaria de Estado de Saúde, este número já iguala o total de mortes registradas durante todo o ano passado. Outras mortes ocorreram em municípios como Dourados, Bonito, Jardim e Fátima do Sul, além de um caso ainda em investigação.
O Estado já soma 11.521 casos prováveis de chikungunya neste ano, com aumento de 1.191 registros em apenas uma semana. O crescimento representa alta de 11,5% no período.
A incidência da doença chega a 417,9 casos por 100 mil habitantes, índice considerado muito alto por especialistas. Em Douradina, o índice é o maior do Estado, com cerca de 3,8 mil casos por 100 mil habitantes.
Apesar dos números elevados, a Secretaria de Saúde não classifica o cenário como epidemia. Especialistas, no entanto, apontam que taxas acima de 300 casos por 100 mil habitantes podem indicar situação epidêmica.
Idosos, bebês e pessoas com comorbidades estão entre os grupos mais vulneráveis à doença. No caso da vítima de Douradina, havia registro de tuberculose, o que pode ter agravado o quadro clínico.
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