A Anvisa reforçou a segurança das vacinas utilizadas no Brasil após o alerta sobre o sarampo feito pela Organização Pan-Americana da Saúde. A agência destacou que a vacinação continua sendo a principal forma de evitar casos graves e controlar a circulação da doença.
Segundo a Anvisa, todos os imunizantes aplicados pelo SUS e pela rede privada passam por avaliações antes de serem disponibilizados à população. "Não existem vacinas experimentais sendo utilizadas no país", afirmou a agência em nota.
O comunicado também rebate informações falsas que circulam nas redes sociais sobre os imunizantes. A Anvisa esclareceu que as vacinas não provocam intoxicação e que não possuem ingredientes secretos ou partes de corpos humanos, como afirmam conteúdos sem comprovação científica.
A agência explicou ainda que as vacinas são submetidas a estudos para avaliar qualidade, segurança e eficácia. Depois que chegam à população, os produtos continuam sendo acompanhados por sistemas de monitoramento para identificar e analisar possíveis eventos adversos.
No caso do sarampo, o Ministério da Saúde informou que havia 24 casos registrados no Brasil até 13 de agosto, todos relacionados à importação do vírus por pessoas que estiveram em outros países. Diante desse cenário, a recomendação é manter a vacinação atualizada.
A Campanha Nacional de Multivacinação 2026 segue até 1º de setembro para crianças e adolescentes menores de 15 anos. A mobilização terá o Dia D em 22 de agosto e busca atualizar as cadernetas. Antes da aplicação, os profissionais conferem o histórico de cada pessoa para oferecer somente as doses necessárias.
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