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Sexta-Feira, 14 de Fevereiro de 2020, 14h:58
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Reinaldo diz que alto valor do combustível é problema do MPMS e do Procon

Azambuja declarou que ‘está na hora de agir no Estado’

Elaine Silva
Capital News

Deurico/Capital News

 Reinaldo diz que alto valor do combustível é problema do MPMS e do Procon

Governador Reinaldo Azambuja

“Temos os órgãos de controle e acho que está na hora de agir aqui em Mato Grosso do Sul. Porque baixamos do diesel 5 pontos, não chegou para o consumidor. Baixamos o álcool e não chegou para o consumidor”, pontuou o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), nesta sexta-feira (14), durante a entrega da Estadual Lino Villachá, no bairro Nova Lima, em Campo Grande. 

 

Depois de entrar em vigor o aumento do ICMS, Reinaldo cobrou dos órgãos de controle, citando o Ministério Público Estadual e o Procon, a fiscalização da redução do preço do etanol na bomba para os consumidores de Mato Grosso do Sul. “Isso não é função do governo. É função dos órgãos que controlam o abuso, o cartel existente, para que coíbam e façam chegar o desconto ao consumidor”, disse o governador. Que ainda criticou os postos de combustíveis, que ‘fazem panfletos só elencando a alta da gasolina’, e não quando tem que reduzir. 

 

Procon 

Para evitar que os consumidores sejam lesados e tenham que pagar a mais pelos produtos devido à vontade incontrolável de proprietários de estabelecimentos em aumentar, cada vez mais os seus lucros, a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS) intensificou as fiscalizações, nos postos de de combustíveis.

 

Dos estabelecimentos já visitados pela fiscalização do Procon Estadual, em Campo Grande,  houve cinco autuações devido aos abusos nos preços e exposição para venda  de produtos impróprios. Somente dois, que praticavam os preços corretos, receberam apenas o relatório de visita, demonstração de que não foram encontradas irregularidades.]

 

OAB/MS

OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Mato Grosso do Sul) pode questiona na Justiça o aumento na alíquota de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que foi sancionado pelo Governo do Estado, fazendo o preço do combustível mais usado, a gasolina, chegar na casa de R$ 5 em algumas regiões do Mato Grosso do Sul.

 

Representantes da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) e Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência de Mato Grosso do Sul (Sinpetro) se reuniram com a OAB/MS para solicitar apoio contra a alta na cobrança do imposto.

 

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