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Cotidiano Sexta-feira, 10 de Junho de 2016, 10:42 - A | A

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Protesto

Professores realizam passeata pelas ruas da capital em dia marcado por protestos e paralisações

Profissionais buscam melhorias para a categoria; manifestação teve início na Praça do Rádio Clube

Liniker Ribeiro e Patrick Alif
Capital News

Deurico/Capital News

Professores realizam passeata pelas ruas da capital em dia marcado por protesto e paralisações

Trânsito foi bloqueado em algumas vias da capital

A manifestação de professores das redes municipal e estadual de educação de Mato Grosso do Sul continua sendo realizada em Campo Grande. Neste momento, os profissionais da educação realizam uma passeata pelo centro da capital.

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A manifestação que acontece desde as 9h desta sexta-feira (10) na Praça do Rádio Clube, é realizada pela Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (FETEMS) e visa melhorias para a categoria.

 

 Saiba mais

  Em paralisação, professores temem retirada da obrigatoriedade dos recursos para a Educação Pública

Segundo os organizadores, a ação reúne 5 mil pessoas no centro da  cidade. Já de acordo com a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), são 2 mil professores participando do protesto.

Durante a passeata, o trânsito ficará interrompido em alguns trechos, sendo: saída da Praça do Rádio Clube pela Afonso Pena, seguindo pela rua 14 de julho, Antônio Maria Coelho, 13 de Maio e Barão do Rio Branco, retornando à Praça.

Além dos professores de Campo Grande, caravanas de 79 municípios do Estado estavam previstas para estarem nas ruas.

As pautas da paralisação e mobilização são:
•    contra o fim do piso salarial e da hora atividade.
•    contra a reforma da previdência e o fim da aposentadoria magisterial.
•    contra a privatização das escolas públicas.
•    contra a retirada da obrigatoriedade dos recursos da Educação Pública (18% da União e 25% dos Estados e Municípios) da Constituição Federal.
•    contra a alteração do regime de partilha na exploração do Pré-sal que destinaria recursos para a educação e saúde.
•    contra a Lei da Mordaça que tem o intuito de proibir e mandar para a cadeia os professores que debaterem em sala de aula questões de religião, sexualidade (conscientização, igualdade de gênero, violência contra a mulher, homofobia, entre outros assuntos) e política.

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