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Cotidiano Terça-feira, 22 de Setembro de 2015, 11:43 - A | A

Terça-feira, 22 de Setembro de 2015, 11h:43 - A | A

Pão Francês

Preço do pão aumenta em 5% com alta do dólar

Além do pão, outros produtos como óleo, açúcar, fermento também ficaram mais caros e as confeitarias tiveram de reajustar em até 10%

Myllena de Luca
Capital News

Divulgação/Assessoria

Preço do pão aumenta em 5% com alta do dólar

Outros produtos como óleo, açúcar, fermento e embalagens também ficaram mais caros

A alta do dólar já está fazendo a diferença no bolso dos consumidores. O tradicional pão francês, que dificilmente falta na mesa de um brasileiro, apresenta aumento no preço em 5%. A moeda americana subiu 48% e o trigo é um vilão para o segmento da indústria de panificação. A medida baixa os estoques dos moinhos e novas sacas chegam com o preço reajustado.


De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria de Mato Grosso do Sul (Sindepan/MS), Marcelo Alves Barbosa, em várias padarias o produto já está 5% mais caro porque as panificadoras já compraram o trigo com valores reajustados em decorrência da escalada do preço do dólar frente ao real. “A matéria-prima comprada pelas padarias já tem chegado com um aumento entre 3% a 4%. Entre fevereiro e março já tivemos uma alta e agora em setembro tivemos outro reajuste no preço do trigo, obrigando as indústrias da panificação a repassarem o aumento”, informou.


Algumas padarias já repassaram o custo e outras ainda estão segurando, porém o aumento é inevitável. Atualmente, o preço do pão francês varia, mas chega a custar de R$ 9,90 a R$ 12,80 o quilo já com o reajuste de 5%.
 
Até o começo de setembro, mesmo com a alta do dólar, dos insumos e dos impostos, a indústria da panificação e confeitaria de Mato Grosso do Sul estava mantendo o preço do pão francês. O motivo era o bom estoque de trigo por parte dos moinhos que fornecem a farinha para as empresas do segmento.


Ainda de acordo com o presidente do Sindepan/MS, outros produtos como óleo, açúcar, fermento e embalagens também ficaram mais caros e as indústrias da panificação, principalmente confeitaria, tiveram de reajustar em até 10%.
 

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