No mês de março em Mato Grosso do Sul o número de trabalhadores cresceu mantendo a tendência positiva do primeiro trimestre e do balanço dos últimos 12 meses.
Mais uma vez, o Estado registrou contratações em quantidade superior às demissões, conforme dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (17) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
No mês de março, foram gerados 3.638 empregos celetistas, equivalentes a um acréscimo de 0,73% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. O percentual é superior à média nacional, que registrou crescimento de 0,28%.
Os setores de atividade econômica que mais contribuíram para este resultado em Mato Grosso do Sul foram a Indústria de Transformação e Serviços.
Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos três primeiros meses de 2013, houve acréscimo de 8.370 postos, o que equivale a um crescimento de 1,69% nos empregos com carteira assinada.
Ainda na série com ajustes, nos últimos 12 meses Mato Grosso do Sul registra crescimento de 4,50% no nível de emprego ou 21.619 postos de trabalho.
Brasil
Os dados apresentados nesta quarta-feira (17) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, demonstram que o mercado formal de trabalho no país gerou em março 112.450 vagas, um crescimento de 0,28% em relação ao mês anterior. É o melhor resultado dos últimos 3 anos para o mês e o melhor mês de março na série histórica do cadastro.
Segundo o Cadastro, no acumulado do ano o emprego cresceu 0,77%, um acréscimo de 306.068 novos postos de trabalho e nos últimos 12 meses alcançou 1.097.338 novas vagas, uma expansão de 2,83% no número de empregos celetista no país. Os dados também mostram que seis dos oito setores apresentaram elevação do emprego.
A maior geração foi verificada no setor de serviços com 61.349, acompanhada da indústria, com 25.790, da construção civil que gerou 19.709, da administração pública com 6.566, do comércio com 3.160 e da extrativa mineral que gerou 645. A agricultura, por razões sazonais, apresentou um saldo negativo com 4.434 postos. O saldo dos serviços industriais de utilidade pública também foi negativo de 335 postos.
O crescimento do emprego foi verificado em 18 estados brasileiros.
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