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Cotidiano Sexta-feira, 06 de Setembro de 2013, 18:23 - A | A

Sexta-feira, 06 de Setembro de 2013, 18h:23 - A | A

Governador destaca importância de financiamento para construção de hidrelétricas e reflorestamento

Lucas Junot - (www.capitalnews.com.br)

Durante a reunião do Conselho Deliberativo da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), que ocorreu nesta sexta-feira (06) em Campo Grande com a presença do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, e do diretor superintendente da Sudeco, Marcelo Dourado, o governador André Puccinelli solicitou que financiamentos de áreas de reflorestamento, matrizes bovinas e construção de Pequenas Usinas Hidrelétricas (PCHs) sejam incluídos na pauta da próxima reunião do Conselho Deliberativo. “O ministro fará alusão a essas três propostas de MS para que elas sejam aprovadas”, afirmou.

O governador ressaltou que com o potencial hídrico do estado ainda é possível construir 15 PCHs, dobrando o número de usinas existentes. “Éramos importadores de energia e com as usinas sucroenergéticas e as pequenas hidrelétricas podemos nos tornar exportadores. Com a construção de novas PCHs geraremos empregos e recursos que se diluem na sociedade se somando à venda de energia, trazendo muitos benefícios para a população.”, destacou.

O chefe do executivo lembrou ainda que recentemente esteve reunido com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, solicitando a inclusão de mais R$ 1,5 bilhão do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro Oeste (FCO) para o setor empresarial. “Fizemos essa solicitação para que cada vez mais industrializemos o nosso Mato Grosso do Sul. Este é um grande instrumento de fomento e desenvolvimento empresarial”.

Puccinelli fez questão de destacar também a importância da criação do Fundo de Desenvolvimento do Centro Oeste (FDCO), que já conta com R$ 1,4 bilhão disponível para o ano de 2013. Os recursos do Fundo serão destinados a projetos de infraestrutura e não será necessária contrapartida financeira dos municípios e estados. “Foi feito um alerta aos prefeitos de que não há contrapartida financeira nos projetos de infraestrutura. Entretanto, a contrapartida é justamente a apresentação de bons projetos e benefícios fiscais e tributários para que o ônus das empresas possa ser menor e assim tenhamos mais empreendimentos. Isso vai capitalizar a economia e trazer mais qualidade de vida para nossa gente”, finalizou.
 

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