A empresa Amapil Táxi Aéreo, responsável pela aeronave que caiu na região do Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande, divulgou uma nota no início da tarde desta sexta-feira (3) informando que não irá se manifestar sobre as circunstâncias do acidente que matou o piloto Henrique Martin de Carvalho e a jornalista alemã Lydia Theresia Möcklinghoff.
A aeronave de prefixo PT-WYQ, um bimotor Embraer EMB-810D, conhecido na aviação como Seneca, era pilotada por Henrique Martin e caiu poucos minutos após decolar do Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande, com destino ao Pantanal sul-mato-grossense.
Em nota de pesar e esclarecimento publicada nas redes sociais, a Amapil Táxi Aéreo, empresa especializada em serviços de táxi aéreo e transporte aeromédico, afirmou que as causas do acidente ainda estão sendo apuradas. Em respeito às famílias de Henrique Martin e Lydia Möcklinghoff, informou que não comentará aspectos técnicos ou circunstâncias da ocorrência até a conclusão das investigações oficiais.
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Ainda conforme a empresa, desde os primeiros momentos após o acidente, a Amapil vem colaborando com os trabalhos de investigação conduzidos pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, em conjunto com a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.
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