A Caixa Econômica Federal apresentou à Prefeitura de Campo Grande um balanço geral em que a capital de Mato Grosso do Sul aparece como a segunda melhor executora das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) entre todas as capitais do país.
Segundo os dados, a média nacional de execução das obras está em 51,19%, enquanto a Campo Grande apresenta um índice de 94,44% de seus contratos, que incluem o PAC I e o II. O balanço foi repassado nessa quinta-feira (20) durante reunião de avaliação do programa da qual participaram equipes técnicas da administração municipal e da Caixa Econômica Federal, instituição financeira responsável pela liberação de recursos concernentes ao PAC.
Segundo a prefeitura além de tratar do acompanhamento das obras, durante o encontro de ontem a Caixa aprovou e autorizou o início das obras do Segredo II e Taquaral e ações complementares. A partir deste ato, Campo Grande passa a ter 100% das obras do PAC I e II em andamento, não havendo nenhuma pendência técnica que possibilitem a interrupção das operações contratadas.
No total, os projetos de Campo Grande aprovados nos PAC I e II somam recursos financeiros superiores a R$ 300 milhões. O maior contrato, no valor de R$ 80,8 milhões, consiste na urbanização dos córregos Bálsamo, Segredo e Taquaral (PAC – Intervenções em favelas). Foram ou estão sendo executadas obras para recuperar áreas degradadas, de urbanização e infraestrutura de fundo de vale, construção de equipamentos comunitários e de parques lineares.
Ainda de acordo com a assessoria da prefeitura, em todas as áreas de intervenção, também foram desenvolvidos trabalhos sociais, que tiveram como meta preparar as famílias beneficiárias pra se adequarem às novas condições de habitabilidade, elevar seus padrões de convivência social e de qualidade de vida, promovendo mudanças comportamentais de hábitos e costumes, bem como o desenvolvimento, crescimento e o fortalecimento comunitário.
O segundo maior contrato é de R$ 71,9 milhões para drenagem e controle de erosão no complexo Anhanduí, Cabaça e Areais. Outro projeto dentro do PAC é o de intervenção em favelas no complexo Vila Popular, Taquaral Bosque e Portal Caiobá, locais para os quais foram executadas obras de micro e macro drenagem em vias marginais, pavimentações e soluções para sub-habitações, no valor total de R$ 42,8 milhões.
Para intervenções em favelas nas áreas de abrangência nas bacias dos córregos Cabaça e Segredo, foram viabilizados recursos na ordem de R$ 35,4 milhões. Com recursos do FGTS – Saneamento para Todos, a Prefeitura de Campo Grande também conseguiu aprovar projeto para o manejo de águas pluviais dos córregos Segredo e Cabaça, abrangendo 14 bairros entre os quais Vida Nova I, II e III, Santa Luiza, Morada Verde, Vila Marli e Jardim Autonomista. O contrato é no valor de R$ 31 milhões.
No Saneamento para Todos, a administração municipal obteve a aprovação de projeto de urbanização de favelas do fundo de vale do Córrego Lagoa, no valor de R$ 35 milhões. Com um contrato de R$ 4,9 milhões, a Prefeitura construiu 231 casas no bairro Dom Antonio Barbosa II, atendendo famílias que viviam em condições precaríssimas de habitabilidade. O projeto foi inserido no PAC por meio do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social.
Nas áreas de lazer e cultura, foram aprovados projetos para construção de duas praças dos Esportes e da Cultura que compõem o PAC 2 no eixo Comunidade Cidadã. A Capital foi uma das cidades contempladas pelo Governo Federal e, para executar os projetos, receberá repasses que totalizam R$ 7,3 milhões. Com contrapartida de R$ 1,3 milhão da prefeitura, os projetos terão investimentos totais de R$ 8,6 milhões.
Para a prefeitura, outro item a se destacar é o aumento da qualidade de vida que as obras do PAC proporcionaram aos moradores da capital. (Com informações da Assessoria da PMCG)
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